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Fiocruz descarta caso suspeito de ebola no RJ

Fiocruz descarta caso suspeito de ebola no RJ
Redação Cirurgia de CâncerPublicado em 1 de junho de 2026Atualizado em 6 de agosto de 2026

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) descartou neste domingo (31/5) um caso suspeito de ebola em um paciente que estava internado sob isolamento no Rio de Janeiro. O homem havia retornado de Uganda, país africano que possui áreas com registros da doença.

O paciente foi internado no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) no sábado (30/5), após apresentar sintomas como tosse, calafrios e diarreia. Por precaução, a equipe médica adotou o protocolo de isolamento.

Exames realizados pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em amostras de sangue, saliva e urina descartaram a infecção por ebola. Com o resultado negativo, o paciente deixou o isolamento preventivo.

Os testes laboratoriais apontaram resultado positivo para malária, doença transmitida por mosquitos e comum em diversas regiões da África. O tratamento segue sendo realizado pela equipe médica.

A adoção das medidas de segurança ocorreu porque o paciente havia chegado recentemente de uma área considerada sensível para monitoramento de doenças infecciosas.

Após a conclusão dos exames, a Fiocruz informou que o risco de transmissão do ebola no Brasil é considerado baixo neste momento. A instituição destacou que os protocolos de vigilância funcionaram corretamente.

Outra suspeita em São Paulo

Enquanto o caso do Rio foi descartado, autoridades de saúde seguem acompanhando uma outra suspeita registrada em São Paulo. O paciente é um imigrante da República Democrática do Congo internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde e o Ministério da Saúde, os exames específicos devem ter resultado divulgado na segunda-feira (1º).

Quando um paciente apresenta sintomas compatíveis e possui histórico recente de viagem para áreas de risco, equipes médicas seguem protocolos rígidos de segurança e monitoramento. Essas medidas incluem isolamento preventivo, coleta de amostras biológicas e análises laboratoriais especializadas. O objetivo é proteger profissionais de saúde, pacientes e a população enquanto o diagnóstico é confirmado.

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