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Câncer de intestino silencioso: exames para detecção precoce

Redação Cirurgia de CâncerPublicado em 16 de agosto de 2026

O câncer de intestino pode se desenvolver de forma silenciosa, especialmente nas fases iniciais, o que torna a detecção precoce importante. O diagnóstico do ator Lúcio Mauro Filho, revelado durante uma entrevista, voltou a chamar atenção para a doença.

Entre os exames utilizados estão o teste imunoquímico fecal (FIT), conhecido como pesquisa de sangue oculto nas fezes, o teste de DNA das fezes e a colonoscopia, considerada o principal exame para investigar lesões no intestino. Durante o procedimento, também é possível retirar pólipos e coletar material para biópsia.

O FIT é um exame não invasivo capaz de identificar sinais que podem estar relacionados a pólipos, lesões pré-cancerígenas e câncer colorretal. Segundo o Ministério da Saúde, o teste foi incorporado ao SUS como estratégia de rastreamento para pessoas assintomáticas de 50 a 75 anos, com potencial para ampliar o acesso à detecção precoce.

A colonoscopia também tem papel importante na prevenção, já que permite identificar e retirar pólipos antes que algumas dessas lesões evoluam para um tumor. Exames de imagem, como tomografia, ressonância magnética e PET scan, podem ser solicitados em situações específicas, principalmente após a identificação ou suspeita de um câncer.

A atenção aos sinais também é importante. Alterações persistentes no hábito intestinal, sangue nas fezes, dor abdominal, perda de peso sem explicação e anemia podem justificar uma avaliação médica. Quanto mais cedo uma alteração é identificada, maiores são as possibilidades de tratamento adequado.

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