Um homem, ao se aproximar dos 60 anos, relatou que sua maior preocupação não era com a saúde ou aposentadoria, mas com a sensação de que a vida seria cheia de limitações impostas por lei. O Estatuto da Pessoa Idosa, presente em conversas e notícias, o fez acreditar que passaria a depender de outras pessoas para tarefas simples.
Ele conta que a mudança de perspectiva ocorreu ao usar o transporte intermunicipal e ouvir sobre os direitos para idosos. Inicialmente, ele pensou que tudo seria automático, mas percebeu que cada benefício tem regras específicas dentro da Lei nº 10.741/2003. Ao conversar com um assistente social no CRAS, ele entendeu que completar 60 anos não significa perda de autonomia, mas sim acesso a garantias que variam conforme o serviço e a renda.
No transporte urbano, ele aprendeu que a gratuidade integral é obrigatória a partir dos 65 anos, enquanto entre 60 e 64 anos depende de cada município. Já nas viagens entre estados, ele descobriu um direito que facilitou visitas à família em outras cidades, sem depender totalmente de ajuda financeira.
Ele também descobriu que o Estatuto garante prioridade no sistema de saúde, o que fez diferença em consultas e exames de rotina. Com o tempo, passou a utilizar mais o SUS e percebeu direitos importantes no dia a dia, trazendo mais segurança no acompanhamento de doenças comuns da idade.
O homem ficou surpreso ao descobrir que o Estatuto também envolve cultura e o sistema de Justiça. Entre os direitos que mais chamaram sua atenção estão os relacionados ao lazer e à participação ativa na sociedade. Ele achava que existia uma isenção geral de impostos a partir dos 60 anos, mas descobriu que a isenção de IPTU depende de cada município e a do Imposto de Renda só tem regras específicas a partir dos 65 anos.
No fim, ele percebeu que o Estatuto da Pessoa Idosa não reduz a autonomia, mas organiza direitos que facilitam a vida cotidiana, garantindo prioridade, acesso e respeito a partir dos 60 anos.
Regulamentação federal para carros antigos
Em outra frente, uma regulamentação federal está garantindo imunidade tributária para automóveis com fabricação antiga. A medida visa beneficiar proprietários de veículos considerados históricos ou de coleção, isentando-os de certos tributos. A iniciativa busca preservar o patrimônio automotivo nacional e incentivar a manutenção de veículos antigos em bom estado. Os detalhes da regulamentação ainda estão sendo divulgados pelos órgãos competentes.

