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Anvisa suspende café popular por risco à saúde

Anvisa suspende café popular por risco à saúde
Redação Cirurgia de CâncerPublicado em 17 de junho de 2026Atualizado em 6 de agosto de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a comercialização do Café Torrado e Moído Extraforte e Tradicional da marca Câmara em todo o Brasil. A decisão foi tomada após a identificação de irregularidades que representam riscos à saúde dos consumidores.

A Anvisa suspendeu todos os lotes do café Câmara em 2025, após constatar que o produto tinha origem desconhecida e irregularidades relacionadas às empresas citadas na embalagem. A ação sanitária também proibiu a fabricação, distribuição, propaganda, uso e venda do item no país.

De acordo com a agência, o café Câmara passou a ser tratado como produto irregular porque não havia garantia adequada de rastreabilidade, conformidade e segurança alimentar. Para a vigilância sanitária, essas falhas comprometem a confiança do consumidor e exigiram a retirada do produto do mercado.

O caso ganhou atenção depois que um laudo do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, no Rio de Janeiro, encontrou fragmentos semelhantes a vidro em uma amostra do lote 160229. Esse tipo de corpo estranho representa risco físico ao consumidor.

A Anvisa reforça que produtos irregulares não oferecem garantia de qualidade, segurança e eficácia. Por isso, alimentos sem procedência clara devem ser evitados, especialmente quando há alerta oficial, recolhimento ou proibição de comercialização.

A orientação da agência é que os consumidores denunciem produtos suspeitos pelos canais oficiais, como a Ouvidoria da Agência ou a Central de Atendimento. A denúncia ajuda a fortalecer o monitoramento de mercado e a proteção coletiva contra alimentos inseguros.

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