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Anvisa proíbe Skinoren e Azelan na Shopee

Redação Cirurgia de CâncerPublicado em 30 de março de 2026Atualizado em 6 de agosto de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) intensificou a fiscalização contra a venda de medicamentos e cosméticos falsificados em plataformas de comércio online. Em março de 2026, a agência publicou medidas restritivas com o objetivo de proteger a saúde da população contra itens sem procedência conhecida.

A medida proibitiva tem foco nos medicamentos Skinoren e Azelan, usados no tratamento de acne, que circulavam de forma irregular na internet. A Anvisa identificou que unidades vendidas em sites como a Shopee apresentavam características diferentes dos produtos originais.

No caso do Azelan, a detentora do registro, Leo Pharma Ltda, confirmou que as unidades apreendidas possuíam rótulos e bisnagas falsificados. O uso de substâncias sem controle sanitário oferece riscos como queimaduras químicas e reações alérgicas graves na pele.

Produtos sem registro sanitário ou fabricados por empresas sem autorização representam um perigo. A ausência de fiscalização impede que a Anvisa garanta a esterilidade e a composição correta de itens como ácidos e fios de sustentação usados em estética.

Recentemente, a agência determinou a apreensão de diversos itens da empresa Dermshop Cosmética de Tratamento Ltda. A ação proibiu desde a fabricação até a propaganda de insumos usados em clínicas e em domicílio. A empresa em questão não possui autorização oficial, o que torna qualquer aplicação desses produtos um ato de risco sanitário considerado alto.

As decisões de apreensão e suspensão são publicadas no Diário Oficial da União (DOU). As resoluções 1.180/2026 e 1.187/2026 detalham os fundamentos técnicos que levaram à interrupção das vendas desses materiais dermatológicos.

É possível consultar essas normas no site do Governo Federal para verificar a situação de um produto antes da compra. Ao identificar a venda de medicamentos como o Skinoren sem registro, o cidadão deve fazer uma denúncia nos canais oficiais da Anvisa. Comprar apenas em farmácias e estabelecimentos autorizados é a forma de garantir que um tratamento dermatológico seja seguro.

O perigo de usar produtos estéticos clandestinos, como os de algumas linhas citadas, está na possibilidade de contaminação bacteriana e uso de componentes inadequados. Sem a análise da Anvisa, o usuário fica exposto a danos como irritações graves ou intoxicações por absorção pela pele.

Em temas de saúde, a precaução deve superar o interesse por preços baixos em plataformas de venda não especializadas. Manter a saúde da pele exige atenção à procedência de cada produto, garantindo que não haja riscos ao bem-estar físico.

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