Tipos de quimioterapia para câncer de mama: quais são?

Quando uma pessoa tem o diagnóstico do câncer, é normal que ela queira iniciar o tratamento o quanto antes. Afinal de contas, quanto mais precoce, mais eficaz ele é. Então, dentro desse contexto, é possível que você já tenha se perguntado quais são os tipos de quimioterapia para câncer de mama.

Ao falar sobre esse assunto, grande parte das pessoas acham que a quimioterapia, por si só, é o único tratamento, mas isso não é verdade. Nos dias de hoje, há diferentes tipos de quimioterapia para câncer de mama, mesmo porque cada pessoa tem necessidades diferentes.

De certa forma, o tratamento para curar o câncer é bem intenso. Não é à toa que os pacientes têm reações adversas bem grandes, como o fato de perder o cabelo, por exemplo. Mas, a depender dos tipos de quimioterapia para câncer de mama, esses efeitos podem reduzir.

Para muitas mulheres, o cabelo é uma parte essencial do corpo para a construção da autoestima. Então, quando há queda capilar, o baque é bem grande. E é por essa razão que há tipos de quimioterapia para câncer de mama, a fim de evitar tais problemas.

É claro que nem sempre é possível evitar a queda capilar, mesmo porque isso vai variar de caso a caso. Mas, no geral, há grandes vantagens em optar por outros tipos de quimioterapia para câncer de mama. Quer saber mais sobre o assunto? Então é só conferir esse artigo! Confira.

A quimioterapia é o único tratamento para o câncer de mama?

É normal associar a quimio ao tratamento do câncer, afinal de contas, trata-se do mais comum. Mas será que ele é o único? Não! Na verdade, há várias outras formas de tratar o câncer, os quais possuem algumas vantagens um tanto interessantes.

A quimioterapia pode sim ser a mais ideal para eliminar o câncer, haja vista que é um processo bem intenso. Mas, às vezes, ele pode ser substituído por um outro, que é tão eficaz quanto. Então, antes de falarmos sobre os tipos de quimioterapia para câncer de mama, é interessante conhecer as demais formas de tratar o câncer.

Hormonioterapia

Alguns tipos de câncer advém do estímulo de alguns hormônios sexuais femininos. Por essa razão, a terapia hormonal pode impedir que esses hormônios atuam sobre os receptores, quando estão presentes nas células tumorais.

No entanto, há vários tipos de terapia endócrina, que podem ir desde a remoção dos ovários ou através de medicação oral ou injetável. Caso seja preciso, o médico pode combinar mais de um tipo de terapia, mas ele não é eficaz para todo o tipo de câncer.

Radioterapia

Algumas pessoas acham que esse é um dos tipos de quimioterapia para câncer de mama, mas não é. A radioterapia é um tratamento à parte, indicado para mulheres que já retiraram o tumor. Nesse tratamento, utiliza-se radiação ionizante direto no local onde o câncer estava.

Isso serve para eliminar ou impedir que as células cancerígenas se formem, causando a recidiva do câncer. Trata-se de algo mais simples e que demanda apenas alguns minutos por aplicação, mas é essencial para evitar agravamentos.

Quimioterapia

Nada mais é que a aplicação de remédios por via intravenosa ou oral, cuja função é impedir que as células do câncer cresçam e se espalhem. Por isso, a quimio é de grande importância para evitar a evolução da doença, o que iria ocasionar em grandes problemas.

No entanto, a quimio pode variar de acordo com o tipo de câncer, idade do paciente e outras características de cunho hormonal da própria doença. Ela dura de quatro a seis meses, mais ou menos. Porém, há vários tipos de quimioterapia para câncer de mama.

Quais são os tipos de quimioterapia para câncer de mama?

Antes de qualquer coisa, é interessante que você saiba quando esse tratamento passa a ser uma opção. Em suma, por ser um medicamento que visa eliminar o câncer, ele pode ser feito por via intravenosa ou por via oral, a depender do caso.

Às vezes, pode acontecer de um único paciente passar por esses dois tipos de tratamento. E, de forma mais ocasional, a medicação pode ser administrada direto no líquido espinhal, que é aquele que envolve o cérebro e a própria medula.

O médico é o responsável por observar todas essas alternativas e optar por aquela que julga ter um melhor efeito, levando em consideração o bem estar do paciente. Mas, no geral, há várias situações em que se indica a quimioterapia. São elas:

  • Quimioterapia adjuvante: é aquela feita após a cirurgia, a fim de eliminar as células que ainda restam que sobram do procedimento cirúrgico, as quais não podem ser vistas pelos exames de imagem. Isso ajuda a evitar risco da recidiva.
  • Quimioterapia neoadjvante: ou seja, é aquela que se faz antes da cirurgia, onde o intuito é de reduzir o tamanho do tumor, a fim de removê-lo com mais tranquilidade, sem ser tão invasivo. Fora isso, através desse tipo, há como prever como o tumor responde ao tratamento.
  • Quimioterapia para câncer de mama avançado: quando a doença já está em estado avançado, utiliza-se a quimio como o tratamento principal, a fim de eliminar a doença.

Esses são alguns dos tipos de quimioterapia para câncer de mama. Como você pôde observar, cada uma se destina para uma finalidade mais específica, a qual depende de alguns fatores da doença, como o quão avançada ela está.

Quais são os efeitos dos tipos de quimioterapia para câncer de mama?

De todos os tratamentos que apresentamos neste artigo, a quimio é a que costuma ter mais efeitos colaterais. Por isso, se você vai passar por algum tipo de terapia quimioterápica, com certeza você deve estar se perguntando quais são os possíveis efeitos colaterais.

Lembrando que os efeitos variam de acordo com cada paciente, pois cada um reage de uma forma às medicações. Ademais, outra coisa que tem grande influência diz respeito a intensidade de cada sessão, além das drogas que são aplicadas. Dentre os efeitos, os mais comuns, são:

  • Diarreia;
  • Vômito;
  • Náuseas;
  • Hematomas;
  • Fadiga;
  • Perda ou aumento de apetite;
  • Feridas na boca;
  • Alterações na estrutura das unhas;
  • Infecções;
  • Perda de cabelo.

Lembrando que nem todos os pacientes passam por todos esses efeitos. Ademais, assim que o tratamento termina, os efeitos colaterais tendem a terminar. E, caso queira, é possível fazer uso de remédio para prevenir ou reduzir alguns efeitos, como é o caso de náuseas e vômitos.

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